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cgsp1989

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  1. Bom dia colegas. Estou com o seguinte notebook na bancada. Notebook Dell I14-5457-A40, MB BAV00 LA-D051P. O mesmo esta ligando, porem não da vídeo e fica com o cooler acelerado. Iria iniciar regravando a bios. Encontrei o arquivo BIOS DELL INSPIRION 15-5557 /LA-D051P REV: 1.0 (A00), alguém sabe se é compatível ou poderia disponibilizar o arquivo para gravação?
  2. Tentando reparar os danos após assumir publicamente que reduz o desempenho do iPhone conforme a bateria envelhece, a Apple tem enfrentado dificuldades em manter os estoques do componente em suas lojas. Uma reportagem do Business Insider detalha alguns percalços da legião de donos do smartphone da Maçã se dirige às lojas em busca de uma nova bateria. Dado o grande volume de gente querendo uma bateria nova, a espera apenas para conversar com um dos técnicos da Apple pode levar horas. Além disso, muitas baterias sequer são trocadas no mesmo dia em que o usuário chega à loja: o estoque limitado acaba rapidamente e, às vezes, leva mais de uma semana para que a substituição seja realizada. Uma situação curiosa é que muita gente tem aproveitado o desconto que deixa as baterias novas a US$ 29 para dar um retoque em seu dispositivo, mesmo que isso não seja necessário. Segundo funcionários da Apple consultados pelo site, casos assim são comuns e a troca não resulta em qualquer efeito positivo significativo se a bateria não é a causa da lentidão do gadget. “Baseado em diagnósticos, eu diria que menos de 10% dos telefones para os quais nós solicitamos baterias realmente precisavam de uma”, afirmou um técnico da Apple. “Eu me sinto mal pelas pessoas que precisam de verdade de uma bateria e têm que esperar por causa de outras que acham que a Apple está realizando um ‘saldão’ de baterias.” Troca da bateria do iPhone pode levar até uma semana, afirmam funcionários da Apple. O procedimento da empresa determina que seus técnicos realizem um diagnóstico a fim de identificar se a bateria está velha (baseando-se na estimativa de ciclos que ela já realizou) e, com isso, digam ao consumidor se ela precisa ser substituída ou não. Normalmente, quando o funcionário diz que o componente está saudável, os clientes tomam isso como uma tentativa de desencorajar a troca, contam os representantes da Maçã. O resultado de todo esse processo acaba sendo o aumento das filas, do tempo de espera e da insatisfação dos clientes que de fato estão com a bateria de seus smartphones prejudicadas. Fonte:
  3. A Kaspersky publicou ontem (16) um relatório descrevendo um malware recentemente encontrado pelo laboratório da empresa desenvolvido para Android. A ferramenta foi considerada uma das ameaças mais avançadas já encontradas na plataforma do Robô. De acordo com o laboratório de segurança digital, o malware se chama Skygofree e tem nada menos que 48 comandos de espionagem diferentes. O desenvolvimento dessa ferramenta teria começado em 2014 e, até agora, ela não teria sido descoberta, o que explica a quantidade de funções acumuladas ao longo dos anos. Essencialmente, o Skygofree depende de cinco falhas de segurança encontradas em versões do Android para conseguir acesso root ao aparelho. Depois disso, o software tem acesso total ao dispositivo, driblando praticamente todos os recursos de segurança desenvolvidos pela Google. O que ele faz Esse malware é capaz de roubar dados de apps de terceiros, tais como o WhatsApp e vários outros mensageiros O Skygofree é capaz de realizar uma série de atividades de espionagem, todas sem que o usuário tenha conhecimento. Com ele, é possível tirar fotos, fazer vídeos, roubar registros de ligações, obter mensagens de texto, monitorar a localização via GPS, espionar todos os eventos agendados no calendário e obter informações corporativas armazenadas na memória do dispositivo. Esse malware é capaz inclusive de roubar dados de apps de terceiros, tais como o WhatsApp e vários outros mensageiros. Para isso, a ameaça usa indevidamente o serviço de acessibilidade do Android para ler a tela do aparelho e repassar as informações para os criminosos remotamente. Essa ferramenta consegue também forçar o smartphone infectado a se conectar a redes WiFi comprometidas para que todo o tráfego web seja interceptado. O ‘implante’ para Android Skygofree é uma das ferramentas de spyware mais poderosas que já vimos para essa plataforma O Skygofree ainda oferece recursos avançados para entregar mais controle sob o aparelho infectado, tais como shell reverso. Há também alguns componentes desenvolvidos para comprometer computadores Windows conectados ao smartphone infectado. “O ‘implante’ para Android Skygofree é uma das ferramentas de spyware mais poderosas que já vimos para essa plataforma”, diz o relatório da Kaspersky. “Como resultado do processo de desenvolvimento a longo prazo, existem múltiplas funcionalidades excepcionais”. Infecção Segundo o laboratório de segurança, o Skygofree só infecta aparelhos que tentam instalar apps a partir de fontes desconhecidas, isto é, de fora da Google Play Store. As vítimas normalmente são convencidas a instalar o malware através de sites falsos de operadoras de telefonia celular europeias. Essencialmente, ele infecta smartphones através de golpes de phishing. Apesar de avançado, o código do Skygofree não é perfeito. A Kaspersky conseguiu encontrar várias referências aos desenvolvedores, incluindo o endereço de um domínio de propriedade da empresa italiana Negg International. Todas as referências apontam para essa empresa como autora do malware, que possivelmente teria vendido o software para governos e agências de espionagem. A Negg se recursou a comentar o assunto ao Ars Technica. Fonte:
  4. Smartphones ficam mais poderosos a cada nova geração, com processadores mais rápidos, telas maiores e mais sensores. Tudo isso exige um alto consumo de energia, o que pode levar o aparelho a esquentar repentinamente. Se isso já aconteceu com você, é importante saber que, na maioria dos casos, não há motivo para preocupação. Boa parte dos celulares mais modernos vêm com sistema de proteção que impedem que a temperatura suba demais a ponto de causar algum dano aos componentes. 1. Se o smartphone estiver recarregando... É normal que o celular fique mais quente durante a carga, já que a bateria está sendo reabastecida por eletricidade - um processo químico que, naturalmente, gera muita energia e dispersão de calor. Mas há cuidados que você pode tomar para impedir que isso ocorra por conta de algum defeito. Evite usar carregadores paralelos, daqueles que não vieram na caixa do smartphone. Também evite carregadores de outras marcas, mesmo que o cabo seja compatível. Use apenas o carregador original, se possível, e procure deixá-lo ligado a uma tomada exclusiva, sem dividir a fonte de energia com outros dispositivos. É importante também deixá-lo recarregando num local de temperatura amena, jamais em cima de outro eletrônico. Se você usa o carregador original e mesmo assim o celular esquenta, pode ser que seja um defeito ou característica normal do aparelho. Vale a pena procurar a fabricante e questionar se esse aquecimento é natural ou não. 2. Se o smartphone estiver exposto ao Sol forte... A luz do Sol pode aquecer um smartphone mais do que o normal e, embora não seja um risco por si só, também não é aconselhável deixar que isso aconteça. Evite deixá-lo por muito tempo exposto ao Sol forte, sob uma mesa ou algo assim, porque o calor da luz pode ser absorvido também pela mesa e ajudar a esquentar o aparelho. Não tem segredo aqui: é só tirar o celular de sob a luz do Sol forte e deixá-lo num local com temperatura ambiente ou fria, e esperar que o calor seja dissipado naturalmente. De preferência, deixe o aparelho em repouso por alguns instantes antes de voltar a usá-lo para que ele esfrie mais rapidamente. 3. Se o smartphone estiver rodando um aplicativo pesado... Jogos tridimensionais, aplicativos de realidade virtual ou aumentada, edição de imagens e captura de vídeos são tarefas que constumam exigir muitos recursos do processador do smartphone. O mesmo vale para quando um mesmo app fica em uso durante muito tempo, como o Waze durante uma viagem de carro, por exemplo. Nestes casos, se o celular esquentar demais, é melhor deixá-lo de lado por um tempo e esperar o processador esfriar. Se isso acontece com frequência e causa problemas de desempenho, como travamentos repentinos, deve ser porque o smartphone não tem o que é preciso para rodar os apps mais pesados do momento. Sendo assim, talvez seja hora de trocá-lo por um modelo mais potente. Mas se o aquecimento não causa problemas, se o celular é novo e top de linha, então provavelmente não há com o que se preocupar. Na dúvida, procure a fabricante. 4. Se o smartphone estiver simplesmente parado... Se o celular ficou quente do nada, sem que você o estivesse usando, sem que ele estivesse na tomada e sem que estivesse sob o Sol forte, neste caso há risco de se tratar de um problema mais grave. Desligue-o imediatamente e o coloque num local de temperatura mais baixa. Só nunca coloque-o na geladeira. O nosso objetivo é reduzir o aquecimento, e não causar um choque térmico. Por isso é preciso deixar que a temperatura diminua devagar, naturalmente. Espere alguns instantes até a temperatura do celular diminuir e verifique se não há qualquer dano físico nele, especialmente na traseira. Se notar a tampa da bateria levemente aberta ou um cheiro estranho saindo da traseira do smartphone, procure imediatamente a assistência técnica. Esse tipo de calor repentino pode ser causado por um defeito na bateria, que, por sua vez, pode muito bem levar a uma explosão - lembrando que baterias de celular são componentes extremamente inflamáveis. Se não houver dano, ligue-o novamente e fique atento a qualquer problema recorrente. Fonte:
  5. A Intel lançou recentemente uma atualização para proteger seus processadores contra as falhas Spectre e Meltdown, mas essa atualização também tem falhas. Em um post divulgado ontem no site da empresa, o gerente geral de data centers da empresa, Navin Shenoy, alertou que a atualização que a empresa soltou recentemente causa problemas nos processadores das linhas Broadwell e Haswell. De acordo com a Reuters, a instalação da atualização em máquinas com processadores dessas linhas faz com que eles se reiniciem de maneira inesperada. Embora a empresa não tenha dado mais detalhes sobre o problema que a atualização causa, o Business Insider considerou que ela efetivamente faz com que esses processadores parem de funcionar. Mesmo ciente deste problema, a Intel ainda recomenda, em seu site, que os usuários "continuem a aplicar as atualizações recomendadas pelos provedores de seus sistemas e sistemas operacionais". A empresa diz estar em contato com os usuários que sofreram com as falhas da atualização, e que disponibilizará outra atualização "por meio dos canais normais" caso entenda que isso seja necessário. Na surdina Por outro lado, de acordo com uma matéria do Wall Street Journal, a empresa estaria orientando alguns de seus clientes a não instalar ainda as atualizações que ela disponibilizou. De acordo com um documento confidencial que o jornal diz ter obtido, a empresa já identificou três problemas nas atualizações que lançou ao longo da última semana. Esses clientes, no entanto, seriam consumidores dos serviços de computação na nuvem da empresa. Como esse serviço acaba movimentando mais dinheiro, a empresa teria avisado esses clientes especificamente - possivelmente por temer as consequências de afetar os lucros de alguém com uma atualização bugada. Não são só os usuários de processadores da linha Broadwell e Haswell que estão tendo problemas causados por atualizações voltadas para proteger contra essas falhas. PCs com processadores da AMD também foram afetados por atualizações do Windows, e deixaram de funcionar após a instalação. A Intel prometeu que todos os seus PCs estariam imunes contra a Meltdown e a Spectre até o dia 15 de janeiro. Antes de que essas brechas fossem reveladas, o CEO da empresa vendeu milhares de ações. Fonte:
  6. Preciso da bios para o notebook ACER e5-571g-57mj placa mãe LA-B991P REV 1.0. Ja foi tentado a copia do eprom para um outro e não deu certo preciso do arquivo para tentar gravar.
  7. Achava que a tal falha de segurança nos chips da Intel não poderia ficar muito pior? Pois como costumam dizer, nada está tão ruim que não possa piorar. Isso porque, pelo visto, a brecha não seria um problema exclusivo da gigante dos processadores, mas também de outras fabricantes, como AMD e ARM; basicamente, nada estaria seguro. As más novas teriam surgido através de uma declaração feita pela própria Intel, em uma correção às informações reveladas pelo The Register dias atrás. Para começar, a fabricante afirma que o problema não é resultado de uma falha de projeto e que ela não é a única vítima dessa brecha. No entanto, apesar de dar acesso a dados de forma indevida, ele não permite que terceiros possam modificar, apagar ou corromper seus dados. Junto disso, a companhia afirmou que está trabalhando lado a lado com várias outras fabricantes – que estariam sofrendo o mesmo problema – para desenvolver as devidas correções para seus produtos. Ela avisa também que a tão temida queda de desempenho só deve ser sentida por quem trabalhar pesado com seus aparelhos, mas que mesmo isso deve ser resolvido com o tempo. Mantendo segredo por um bom motivo E por que não revelar a falha antes? Na verdade, as companhias pretendiam fazê-lo em conjunto durante a próxima semana, data em que as empresas já teriam lançado patches para um bom número de dispositivos e sistemas. Assim, seria mais difícil para os hackers terem tempo de tirar proveito da falha (que certamente deve se tornar parte das ferramentas “padrão” dos cibercriminosos em um futuro próximo), o que é uma prática comum feita por grandes empresas em casos assim. Confira a declaração, na íntegra, logo abaixo: “A Intel e outras companhias de tecnologia foram informadas de uma nova pesquisa de segurança descrevendo métodos de análise de software que, quando usados para propósitos maliciosos, têm o potencial de juntar impropriamente dados sensíveis de dispositivos de computador que estão operando como projetado. A Intel acredita que esses exploits não têm o potencial de corromper, modificar ou deletar dados. Relatos recentes de que esses exploits são causados por um ‘bug’ ou uma ‘falha’ e são únicos para os produtos da Intel são incorretos. Com base na análise atual, muitos tipos de dispositivos de computador – com muitos processadores e sistemas operacionais de diferentes vendedores – são suscetíveis a esses exploits. A Intel está comprometida com a segurança do produto e do consumidor e está trabalhando de perto com muitas outras empresas de tecnologia, incluindo AMD, ARM Holdings e várias outras vendedoras de sistemas operacionais, para desenvolver uma abordagem para toda a indústria para resolver esse problema prontamente e construtivamente. A Intel começou a prover atualizações de software e firmware para mitigar esses exploits. Ao contrário de alguns relatos, quaisquer impactos de performance são dependentes da carga de trabalho e, para o usuário de computador médio, não deve ser significativa e deve ser mitigada com o tempo. A Intel está comprometida com as melhores práticas da indústria de divulgação responsável de problemas de segurança em potencial, motivo pelo qual a Intel e outras vendedoras tinham planejado revelar esse problema na próxima semana, quando mais atualizações de software e firmware estarão disponíveis. Entretanto, a Intel está fazendo essa declaração hoje devido aos relatos de mídia atualmente imprecisos. Cheque com o vendedor de seu sistema operacional ou fabricante do sistema e aplique quaisquer atualizações disponíveis assim que elas estiverem disponíveis. Seguindo boas práticas de segurança que protegem contra malwares em geral também vai ajudar a proteger contra possíveis explorações até que as atualizações possam ser aplicadas. A Intel acredita que seus produtos são os mais seguros no mundo e que, com o apoio de suas parceiras, as soluções atuais para esse problema provêm a melhor segurança possível para seus consumidores.” É claro que, no fim das contas, só saberemos dos verdadeiros efeitos dessa falha– e dos próprios patches distribuídos pelas fabricantes – através dos próximos dias. Vamos apenas torcer que, mesmo com todas essas dores de cabeça, as correções lançadas realmente nos deixem protegidos. Fonte:
  8. Esse eu não conhecia vou pesquisar sobre ele obrigado.
  9. Só para compartilhar, estava com um HD de cliente que não reconhecia a partição e ficava pedindo para formatar, usei o programa Active@ File Recovery Professional e 100% de êxito todos os arquivos recuperados intactos.

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