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  1. Boa noite a todos,

     

    Temos mais um programa  Intel Easy Clean ME para limpar a região da bios. Achei muito fácil de se trabalhar e muito eficiente.

     

    Abaixo link do programa que o colega Felipe Nunes disponibilizou e um vídeo que fiz para mostrar seu funcionamento.

     

    Para tirar a dúvida de um colega no fórum, fiz mais um vídeo.

     

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    Neo
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    IMG_20171114_132325360.jpg

              Eu pretendia iniciar esse Blog com conteúdo bem mais interessante, no entanto recebi para conserto um notebook com o dissipador desse jeitinho que está ai na foto acima.

    Alguns devem ter visto o erro logo que olharam pela primeira vez para a foto, mas talvez alguns estejam se perguntando o que tem de errado ai, por quê esse maluco do Neo ta falando de cobre e thermal pads?

    A resposta é simples: precisamos reduzir a quantidade de técnicos que não vêem o erro de cara, na foto acima.

    Se você olhou de relance e ficou abismado, ou esta rindo desenfreadamente, meus parabéns!!! ;D 

    Se você não achou o erro de cara continue lendo, daqui a pouco você vai ver o erro, e provavelmente não vai mais esquecer dele. (Assim espero!)

     

    O cobre é empregado amplamente em duas aplicações na nossa área, para as quais é tido como um dos melhores senão o melhor material devido a questão do custo benefício, são elas:

         1) - Condução elétrica.

     

         2) - Condução térmica.

    Sempre que seus olhos se depararem com cobre, o seu cérebro deve lembrar destas duas características dele imediatamente, é  um ótimo condutor elétrico, e é ótimo condutor térmico.

     

    Pensem nas fotos abaixo, você colocaria seu dedo na chapa com pasta térmica ou com o thermal pad? 

    pasta ou pad.jpgpasta ou pad 2.jpg

     

    Imagino que em ambas as possibilidades, queimadura, ou choque elétrico, você escolheu colocar o dedo no thermal pad instintivamente.

    Quando optas pela segurança do seu dedo o thermal pad é a escolha adequada, a queimadura seria menor, e o risco de choque elétrico menor, então essa bosta é um bom isolante não um bom condutor, não conduz bem nem calor nem energia elétrica...

    Esses thermal pads de silicone conseguem dissipar algum calor? Sim, no entanto eles dissipam bem menos calor do que uma chapa de cobre com pasta térmica!

    Por que o cara que projetou o note optou por colocar cobre no dissipador da primeira foto? Porque ele precisa dissipar vastas quantidades de calor!

    Então, de que maneira um thermal pad ajudaria? Nenhuma, isso mesmo!

     

    Se precisas dissipar enormes quantidades de calor usas cobre, ou alumínio, ou qualquer outro bom condutor térmico, aí olhando pra foto abaixo, dentro do circulo vermelho, fica evidente o erro né?

    erro.jpg

    Parem de enfiar thermal pad em tudo que é lugar querendo melhorar as coisas, substituam os thermal pads quando for necessário, e somente se não estiver ocorrendo sobreaquecimento no chip, se estiver sobreaquecendo, a melhor solução é substituir por chapa de cobre com pasta térmica, ou com algum adesivo térmico, que consiga efetivamente dissipar boas quantidades de calor.

    Pra que os thermal pads servem bem e por que eles são usados por todos os fabricantes?

    Thermal pads conseguem dissipar algum calor, e além disso eles tem propriedades mecânicas interessantes, uai... Como assim???

    É fato que notebooks caem no chão das mais variadas alturas por acidentes, raiva de um game, quando a namorada do cara descobriu que estava sendo traída e atirou o note no cara, etc...

    Agora imaginem junto comigo, uma taça de cristal caindo de uma altura de 2 M diretamente no chão, acredito que vocês visualizaram uma porrada de cacos de"vidro" voando pra tudo que é lado.

    Agora imaginem essa mesma taça de cristal caindo num colchão, pode até ser que chegue a quebrar mas a probabilidade é bem menor né?

    Beleza, lembrem lá do tempo da escola quando o professor de física falou que todos os materiais quando esquentados se dilatam, se não lembrou use o google, ou podes dar uma olhada nesse tópico onde descrevi o básico da coisa:  Diagnóstico usando calor.

    Quando o chipset funciona ele aquece, aquecido ele dilata, ele está ali forçado contra um dissipador de cobre bem parafusado nas quatro extremidades, essa dilatação embora seja imperceptível a olho nu vai criar mais pressão entre o conjunto chipset+dissipador, pra cima ele não tem como expandir então a dilatação acaba pressionando as esferas contra a placa, se a placa conseguir absorver essa dilatação tudo certo, e se não conseguir o que acontece? Fissura nas esferas? abalroamento da placa, etc...

    O Thermal pad entre o dissipador de calor e o chipset é flexível e consegue absorver essa dilatação, e além disso ajuda a remover algum calor daquele chipset, e é normalmente usado apenas em chips que não esquentam ou pelo menos não deveriam esquentar absurdamente.

    Se uma placa de note cai no chão com o dissipador virado pra baixo, e ele está diretamente conectado ao chipset, a chance de ocorrer uma trinca no núcleo do chipset é bem maior do que se houver um thermal pad entre eles.

    Já devem ter reparado que alguns dissipadores de calor tem molas nos parafusos, por quê? As molas ajudam a manter pressão uniforme do dissipador sobre o núcleo do chipset e se comprimem e continuam a exercer pressão quando ocorre a dilatação dos materiais, não ajudam muito se o notebook cair, mas ajudam a evitar mal contato nas esferas dos chips BGA, fazendo basicamente o que o thermal pad faz para chips que não precisam dissipar calor abundantemente, podem puxar pela memória ai, em 99% dos casos quando os parafusos do dissipador tem molas a base que faz contato com o chip é de cobre.

    Então meu caro, se você viu molas e viu cobre, tenha certeza absoluta que naquele local você não deve em hipótese nenhuma colocar um thermal pad. 

     

    Agora me digam, qual foi o resultado de colocar um thermal pad em cima do DIE de um chipset gráfico dedicado da Nvidea?... Isso mesmo, chipset gráfico morto.

     

     

    Depois do desabafo feito, vou passar o orçamento de troca de chip gráfico e possível reballing e ou, troca, das memórias dedicadas de vídeo, isso pra resolver o problema que foi infligido à máquina por imperícia, e valor a parte pra analisar o problema original que era outro.

     

    Abraços. ;D 

     

     

     

     

     

  2. 18356429-Hombre-joven-barbudo-fingiendo-

     

     

    Calma ! Nao é bem assim !


      Estamos levando uma surra das placas, os números nao estao ao nosso favor e como esta vida é mesmo uma merda, ainda vamos bater de frente com aquele nosso colega que sempre vem feliz dizendo : 

     

    "Hoje consertei 4 notebooks, 2 tablets e ainda de quebra instalei 1 windows !"

     

    Por muito tempo, este tipo de comentário normalmente me dava vontade de me enforcar com a ponta de prova do meu osciloscopio !  Mas nem tudo o que brilha é ouro, portanto analizemos o caso.


    Nestes anos conheci técnicos do mundo todo e a imensa maioria do que conseguem realizar uma grande quantidade de consertos por dia tem 2 grandes segredos.

    1 - Ter um grande fluxo de trabalho  -  Ao menos algumas dezenas de equipamentos por SEMANA !
    2 - Se concentrar no mais fácil.

     

      Normalmente esse nosso amigo tem como trabalho mais demorado da sua assistencia o servico de BGA, muitos inclusive nem fazem reballing e partem direto para a troca dos chips. Unindo uma grande quantidade de trabalho (jacks, dobradicas, BIOS, conectores e botoes de tablets e celulares, etc) com um filtro potente que serve para deixar de lado uma boa quantidade de maquinas, o nosso amigo também esta levando uma surra !  Se ele ganha mais do que voce é porque ele tem uma quantidade de servicos bem maior.

     

    Portanto.......

    Solucao 1:  Ter um grande fluxo de trabalho !

    Ter um grande fluxo de trabalho é o melhor que pode nos acontecer ! Com isso poderiamos investir muito mais tempo em consertos simples e no final das 8 horas de trabalho teriamos muito servico adiantado e um bom dinheiro para receber.

    Mas este tipo de organizacao também ocasiona uma grande quantidade de maquinas que nao sao consertadas.  Afinal, pra que perder tempo com aquela porcaria se posso fazer 5 bobeirinhas nesse tempo e ganhar o dobro ?  Que se dane !

    "Zé !!! Passa orcamento de troca de placa pra muie !"


     

    Citar

     

    Se voce conseguir gerar um grande fluxo de trabalho, pode parar de ler por aqui ! Certamente voce pode se dar ao luxo de viver bem realizando servicos faceis e ganhando bastante bem para isso. Homem vs maquina nao é para voce ! 

    Caso voce ame a eletronica e queira dedicar parte do seu tempo a consertar os pepinos (SEM NECESIDADE DISSO), continue lendo, porém jamais vai sentir a pressao que quem esta do outro lado sente.

     

     


    E o que acontece com aquela tonelada de maquinas com orcamento rejeitado  ?  Vai parar na mao daqueles que nao conseguem receber algumas dezenas de maquinas por semana, ou seja NOS !  A grande maioria se encontra nessa faixa e normalmente nos sentimos assim,  tipo... Os otários da eletronica !

     

    É... porque normalmente é assim !  Quem tem muito fluxo dispensa os pepinos, dai o cliente que poderia ter vindo com a gente primeiro, vai no nosso "colega" e depois quando sente que a pemba tá entrando, pega o equipamento, leva para a nossa assistencia e comeca com aquela porra daquele roteiro de sempre.....

     

    " Ve de dar uma prioridade nesse equipamento que eu uso para trabalhar e tenho urgencia !"

    "E nada de troca de placa ! Que se for pra trocar placa vou amanha e compro um novo em 1.529 parcelas sem juros ! "
    " E ve ai direitinho quanto que fica, porque em outra assistencia já me falaram que consertam a troco de 2 bananadas e uma playboy dos 90, só nao deixei lá porque o cara demorava uma semana ! "


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    Mas fazer o que ? A vida as vezes é uma porra mesmo !

     

    Se nao temos o maldito fluxo de equipamentos, obviamente nao podemos nos dar o luxo de filtrar os nossos maravilhosos clientes como o que acabou de chegar com o relato acima. O tempo é curto e as placas estao nos metendo a porrada, vamos tentar achar outra solucao !

  3. Dividida em várias etapas, a produção de um smartphone consiste em muito mais que simplesmente idealizá-lo e montá-lo. Conheça este processo:
    07163043946427.jpg
     

    Desde o primeiro iPhone, há pouco mais de 10 anos, os smartphones evoluíram bastante, tanto em mercado quanto em tecnologia – conforme os modelos ficaram mais sofisticados e suas principais novidades ficaram mais acessíveis, estes aparelhinhos tomaram o mundo e, desde 2011, este mercado gera mais vendas e lucros que o mercado de computadores. Quem diria, hein?

    Mas será que você sabe como são feitos os smartphones?

    Caso a sua resposta seja ‘não‘, fica tranquilo que a gente explica (de uma maneira fácil de entender) todo o trabalho envolvido em criar um produto do zero e levar ele até as lojas para você. Olha só:

    Pesquisa e desenvolvimento
    vaza-mais-imagens-do-samsung-galaxy-s8-noticias-de-smartphones.png

    Pouca gente lembra desta parte, mas a principal fase na produção de um smartphone é a pesquisa e o desenvolvimentodo mesmo. A fabricante precisa idealizar o produto com base no seu preço de venda e custo de produção.

    É justamente neste momento que a companhia decidirá como lucrará com determinado lançamento depois que todas as despesas com a produção dele forem pagas.

    Por isso, o custo de produção não envolve apenas o custo de montagem e dos componentes em si. Todo o dinheiro investido no projeto e no que vem após o lançamento (marketing, distribuição e infraestrutura), precisam estar no orçamento e serem cobertos pelo retorno financeiro estimado.
    100111_iSuppli_nexus_one_teardown1.jpg

     

    É nos centros de design que boa parte dos aparelhos são projetados

    Um caso curioso é o da Xiaomi. A fabricante afirma que consegue entregar preços tão baixos porque inverte a lógica habitual das concorrentes. Enquanto uma concorrente infla os preços no início das vendas para pagar as custas do projeto, a Xiaomi paga o desenvolvimento com a queda do custo de produção, que ocorre meses depois.

    Em contrapartida, os preços da Xiaomi costumam cair menos de tempos em tempos.

    Parceiras
    Samsung-Galaxy-S8-Processor-Details_opt.jpg
     

    Nem todos os componentes são produzidos pela mesma fabricante, sabia?

    No caso de um topo de linha, que costuma embarcar sensores e hardware mais sofisticados, normalmente é preciso estabelecer contratos com fornecedores para que tudo esteja pronto até o início da produção.

    Em outras palavras, é aí que Qualcomm, Sony, Samsung e afins, na intenção de vender seus processadores, sensores de imagem e memórias, entram na jogada como parceiras da fabricante dita como ‘principal’.

    É por isso que o iPhone, por exemplo, tem memórias, displays, câmeras e sensores produzidos por terceiros e não pela própria Apple.

    Em determinados casos, a fabricante em questão pode até desenvolver o componente, porém, na grande maioria das situações, uma terceira será a responsável pela produção da peça.

    E o que sobra para as fabricantes,
    então?
    Samsung-Galaxy-S8-Release-Date.jpg
     

    Resumidamente falando: o conceito e a logística. A fabricante será responsável por todo o valor agregado a aquele produto, o que inclui a marca e o seu valor, o design, os recursos exclusivos, a distribuição do produto, os testes de qualidade, o suporte pós-compra e, principalmente, o marketing envolvendo aquele lançamento.

    Em determinados casos, a fabricante também será responsável pela produção de determinadas peças do aparelho, mas isto não é uma regra.

    Normalmente, empresas como a Samsung e LG, que possuem suas próprias divisões de tela, por exemplo, realizam negócios com suas subsidiárias, o que mantém o dinheiro em movimento, mas sempre dentro da mesma empresa.
    lg-curved-edge-display-1.jpg
     

    A LG Display produz telas para smartphones LG e para produtos Apple, também

    Por outro lado, smartphones embarcam uma série de componentes diferentes e nem sempre a fabricante em questão também os produz. Noutros casos, ainda acaba sendo mais barato comprar de terceiros do que ‘de si mesmo’.

    Um bom exemplo deste fenômeno é a própria Samsung, que divide a produção dos sensores de imagem dos seus aparelhos entre uma companhia terceira, a Sony, e sua própria divisão de sensores, a ISOCELL. Determinadas regiões recebem smartphones com câmeras ISOCELL, enquanto outros países, por sua vez, recebem câmeras da Sony em seus aparelhos.

    E sim, as câmeras são idênticas.
    Galaxy-S8-15.jpg
     

    Isto acontece por vários motivos, mas principalmente por causa da região onde aquele smartphone será vendido. Em uma fábrica do Brasil, por exemplo, pode ser muito mais caro importar componentes Samsung da Coréia do Sul ou China. Nestes casos, acaba sendo mais viável comprar de produtores locais (ou mais próximos).

    Com isso, a grande maioria das fábricas não produz praticamente nada, apenas monta e distribui. No caso do Brasil, que é pouco expressivo na indústria de semicondutores, as fábricas de alta tecnologia costumam receber os chips, sensores e as demais peças completamente prontas.

    O trabalho dessas ‘fábricas’ é unir estas peças num aparelho funcional e de qualidade.

    Testes e homologação
    iPhone7anatel.jpg
     

    Depois que a fabricante analisa todos os custos e projeta toda a infraestrutura de produção, o que inclui selecionar parceiras, preparar fábricas – e acima de tudo: ter o produto idealizado e projetado, o que há de se fazer é produzir as unidades de protótipo e testá-las.

    Este processo é um intermediário entre o desenvolvimento e a produção final. A companhia deve realizar uma série de testes com aquilo que concebeu e, nos países que possuem um órgão regulador, homologar a produção daquele produto.

    samsung-galaxy-s8-prototype.jpg
     

    É nesta fase que algumas ideias (como essa acima) infelizmente são abandonadas

    Os testes deste processo não devem ser confundidos com os chamados ‘testes de qualidade‘, feitos na fase de produção do aparelho. Nesta fase, o que será testado não é a qualidade do processo de fabricação, mas o bom funcionamento do projeto.

    Em suma, esta é a hora em que se vê se o tudo aquilo que foi imaginado para o modelo é realmente aplicável ao mundo real e suas condições mais adversas.

    É neste momento que a fabricante testa se o componentes vendidos por parceiras funcionam em todas as regiões onde o produto será comercializado; se aquele determinado modem é realmente compatível com as bandas de rede utilizadas num país.

    E os vazamentos?
    Samsung-Galaxy-Nore-7-prototype-2.jpg
     

    Durante os testes, as companhias também costumam disfarçar os seus protótipos

    Também é neste processo que os vazamentos têm mais chances de surgir. Se levarmos em conta que os protótipos costumam ter boa parte dos componentes e características do modelo final, dá pra entender o porquê de tantos aparelhos vazarem nesta fase.

    Após analisar se os materiais e componentes selecionados funcionam bem na prática (em várias regiões do mundo, sob várias condições térmicas, umidade e sob vários tipos de uso), o aparelho segue para ter a sua validação registrada no mercado.
    Anatel-iPhoneSE.jpg
     

    No Brasil, isto acontece por meio da Anatel.

    Apesar de tratar especificamente do que tange a telecomunicação (e dos riscos envolvendo esta parte de um telefone), a Anatel exige uma série de requisitos para que um smartphone ou outros equipamentos dotados de telecomunicação sem fio sejam regulamentados e aceitos no Brasil.

    Produção e distribuição
    DGAVgMGAxYvp2uIK.jpg
     

    Chegamos a última fase da produção de um smartphone. E por mais que ela pareça ser a mais complexa, os processos de montagem costumam ser relativamente simples. Para isso, as companhias investem em automação e equipamentos de ponta – menos complicação, menos chances de algo dar errado.

    Na maioria das cadeias de produção, inclusive nas que operam no nosso país, em Manaus, grande parte do trabalho é feito da forma como citamos antes: nenhum componente é realmente fabricado dentro da fábrica (por mais irônico que isso soe).
    iphone_production.jpg
     

    Em casos como os da Foxconn, na China, boa parte da produção envolve trabalho humano também

    Sem nenhum chip acoplado, a placa-mãe é a primeira a fazer parte da montagem: robôs e máquinas extremamente precisas posicionam o material de solda em pontos específicos e que, mais tarde, dentro de um forno, permitirão a fixação de cada um dos chips, sensores e demais conexões em seu devido lugar.

    Este processo precisa ser automatizado e simplificado, pois evita despesas e aumenta a capacidade de produção.

    No caminho para o fim da linha de montagem, outras partes do smartphone serão acompladas, como chassi que abriga a placa, agora com todos os seus componentes, o vidro frontal, junto do display, e, por fim, a carcaça que envolve tudo isso.

    Aos poucos, o que era só uma chapa de circuitos vai virando o que é um smartphone de verdade. Minutos depois, o aparelho está praticamente pronto.

    Testes de qualidade
    iPhone-5s-production-image-001.jpg
     

    Em seguida, nos testes de qualidade, os aparelhos são ligados e operados num sistema que permite testar todas as funções essenciais rapidamente.

    Uma única interface permite testar a câmera, os botões, o touchscreen, os alto-falantes, a vibração, a exibição de diferentes cores na tela e outros recursos, que não necessariamente existirão em todos os smartphones.

    Se tudo for constatado como ok nesta fase, é muito provável que, numa linha de produção comum, este aparelho já siga para os processos finais da montagem, recebendo a sua identificação (etiqueta com informações do número de série e afins), e, posteriormente, a sua embalagem.

    Incrível todo o processo de se fazer um aparelhinho desses, não é?
    samsung-gumi-factory-worker-with-galaxy-s5-1.jpg
     

    É claro que não há como abordar toda a minuciosidade do processo de fabricação tão complexo como esse, seja porque demoraríamos uma eternidade para falar de tudo, seja porque as etapas podem variar de acordo com o modelo do eletrônico em questão.

    Para coletar todas essas e as demais informações que cercam a produção de um smartphone, o Showmetech esteve essa semana com o Renato Citrini, gerente de produtos da Samsung Brasil.

    Durante uma entrevista bem divertida, ele nos contou um pouco mais sobre todo o trabalho de produzir um aparelho do zero e entregá-lo nas suas mãos.

    Dá uma olhada:

     


    Fonte: showmetech

  4. Alienware 13 é o primeiro notebook de jogos de 13 polegadas do mundo com certificação VR-Ready. acompanha uma poderosa placa gráfica NVIDIA GTX 1060, bastante surpreendente.

    Nosso sistema vem equipado com um GTX 1060, um processador i7-7700HQ, um PCIe SSD de 512 GB, tela sensível ao toque OLED de 14 polegadas, 2,560 × 1,440, 8GB DDR4 SDRAM 2400MHz e executado no Micorsoft Windows 10 Home.
    Alienware-13-iv.jpg
    Solte sete parafusos que protegem a tampa traseira com uma chave de fendas.
    Alienware-13-R3-Disassembly-1.jpg
    Alienware-13-R3-Disassembly-2.jpg

    Para remover a tira de acabamento, coloque a tira de corte com uma barra de apoio. Empurre a tira de corte para mantê-lo longe do notebook.
    Alienware-13-R3-Disassembly-3.jpg
    Alienware-13-R3-Disassembly-4.jpg

    Com a tira de acabamento removida, você pode acessar o cabo de vídeo, o cabo LED LOGO e outro cabo.
    Alienware-13-R3-Disassembly-5.jpg

    Sob a contracapa, você pode remover e substituir RAM, SSD e cartão sem fio.
    Alienware-13-R3-Disassembly-6.jpg

    Antes de tocar o hardware interno, precisamos desconectar o cabo da bateria.
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    Remova um parafuso e tire o SSD da ranhura.
    Alienware-13-R3-Disassembly-8.jpg

    O Alienware 13 R3 vem com um Toshiba 512GB NVMe PCIe SSD, Dell P / N: 07VPP2.
    Alienware-13-R3-Disassembly-13.jpg

    Aqui está o cabo do touchpad, o cabo retroiluminado por teclado e o cabo do teclado.
    Alienware-13-R3-Disassembly-9.jpg

    Remova todos os parafusos que fixam a gaiola de rolo de metal. Solte todos os encaixes que protegem a gaiola do rolo para o corpo do laptop. 
    Depois de todos os encaixes liberados, você pode remover a gaiola de rolo de metal. 
    Sob a gaiola de rolo de metal, você pode acessar a bateria, a bateria CMOS, os módulos de alto falantes, o módulo do dissipador de calor / ventilador e a placa-mãe.
    Alienware-13-R3-Disassembly-10.jpg

    Cartão sem fio Killer 1535, Dell P / N: 0G13K7
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    Alienware-13-R3-Disassembly-12.jpg

    SK hynix 8GB PC4-2666V RAM. 
    Alienware 13 R3 tem dois slots RAM, você pode adicionar outra RAM de 8 GB PC4-2666V.
    Alienware-13-R3-Disassembly-14.jpg
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    Alienware-13-R3-Disassembly-17.jpg

    O Alienware 13 R3 possui uma bateria Li-ion de 15.2V, 76Wh, Dell P / N: TDW5P.
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    Alienware-13-R3-Disassembly-19.jpg

    Alienware 13 módulos de alto-falantes R3
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    Alienware 13 R3's dissipador de calor e módulo de ventilação
    Alienware-13-R3-Disassembly-21.jpg
    Alienware-13-R3-Disassembly-22.jpg

    Desconecte todos os cabos da placa-mãe. 
    Remova todos os parafusos que fixam a placa-mãe.
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    Alienware-13-R3-Disassembly-24.jpg
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    Aqui está a memória de vídeo Samsung 6GB GDDR5.
    Alienware-13-R3-Disassembly-26.jpg

    Placa de metal do touchpad.
    Alienware-13-R3-Disassembly-27.jpg

    O botão esquerdo e direito estão presos na placa de metal.
    Alienware-13-R3-Disassembly-28.jpg

    O touchpad do Alienware 13 R3, do touchpad, podemos ver que ele possui um chip de toque Synaptics.
    Alienware-13-R3-Disassembly-29.jpg

    Depois de todo o hardware interno removido, você pode acessar o teclado. 
    Se o seu teclado foi danificado, remova e substitua o teclado será muito difícil.
    Alienware-13-R3-Disassembly-30.jpg
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    Remova a placa de metal do teclado.
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    Alienware-13-R3-Disassembly-38.jpg

    fonte: zol.com.cn

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